segunda-feira, 22 de abril de 2013

Alcoolismo é o principal fator de risco para a saúde dos brasileiros


O alcoolismo é o principal fator de risco de saúde no Brasil. A informação é da Carga Global de Doenças 2010, documento organizado pelo Instituto de Métrica e Avaliação de Saúde (IHME) da Universidade de Washington e com parceria de dezenas de universidades ao redor do mundo. O resultado do esforço global, que será divulgado hoje na revista científica The Lancet, lista 67 problemas que mais afetam a população em todo o mundo. No planeta, o maior mal é a pressão arterial alta, que em 2010, ano referência da pesquisa, matou 9 milhões de pessoas e afeta 173 milhões de indivíduos.
Cada região, porém, tem uma lista particular. O Brasil foi colocado em uma área denominada “América Latina Tropical”, que inclui também o Paraguai. A estimativa do estudo é que o alcoolismo afete cerca de 5,64 milhões de pessoas nestes países. Em 2010, foram aproximadamente 151 mil mortes pelo problema. O segundo fator de risco é a pressão alta, responsável por mais mortes (cerca de 274 mil), mas que afeta em torno de 5,3 milhões de indivíduos. Em terceiro lugar, a obesidade, com 4 milhões de pacientes e 141 mil falecimentos naquele ano.
Chama a atenção, no estudo, a diminuição da importância de riscos relacionados à subnutrição. A mortalidade infantil pelo problema caiu 60% entre 1970 e 2010. Passou de 16,4 milhões por ano para 6,8 milhões.
— Há 20 anos, as pessoas não tinham o suficiente para comer. Hoje, há muita comida e alimentos pouco saudáveis, mesmo em países em desenvolvimento — declara Majid Ezzati, um dos autores do estudo pela Escola de Saúde Pública do Imperial College de Londres, na Inglaterra.
Para o psiquiatra Nelson Caldas, da Divisão de Psiquiatria e Psicologia Médica do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o estudo mostra que houve uma preocupação em relação ao aumento da expectativa de vida, mas não com a conscientização de hábitos saudáveis.
— O alcoolismo pode levar a inúmeros problemas como, inclusive, obesidade e pressão alta, que estão no topo da lista — comenta o psiquiatra Nelson Caldas, da Divisão de Psiquiatria e Psicologia Médica do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). — É o caso de pensar se as campanhas de alerta sobre o problema têm sido realmente eficazes.


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Setenta por cento dos adolescentes já experimentaram bebidas alcoólicas


Pesquisa foi realizada pelo Ministério da Saúde com jovens de 13 a 15 anos. Estatísticas mostram que quem começa a beber antes dos 15 anos tem quase cinco vezes mais risco de se tornar dependente.


Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde com adolescentes que moram nas capitais brasileiras constatou que 70% deles já experimentaram bebida alcoólica. Sessenta e um mil adolescentes entre 13 e 15 anos participaram da pesquisa.
O álcool é um fator de risco para qualquer idade, mas para um cérebro ainda em formação causa mais danos. As estatísticas mostram que quem começa a beber antes dos 15 anos tem quase cinco vezes mais risco de se tornar dependente do que quem ingere álcool depois dos 21 anos. Isso acontece porque os neurônios se adaptam à exposição ao álcool. É como se eles aprendessem a beber. 
O hábito cria a tolerância, a resistência e a dependência. “Os neurônios começam a ter um surto de crescimento. Imagina eles crescerem em termos de uma aprendizagem inadequada, como o uso do álcool e das outras drogas que vêm juntos com o álcool”, explica o psiquiatra Jairo Werner.
Segundo a pesquisa, 22% dos adolescentes já se embriagaram e 9% deles experimentou drogas. “O álcool tem sido uma porta de entrada para outras drogas. O adolescente vai perdendo a censura e começa a ficar mais corajoso para fazer certas coisas”, afirma o psiquiatra.
Para Jairo, os pais precisam refletir se estão se omitindo e subestimando o problema do álcool: “Tem que colocar limite e saber que o filho para sair tem que ter responsabilidade. Um autocontrole para o adolescente, que vai levar isso para a vida inteira”.
Estudos mostram que ingerir bebida alcoólica de três a quatro vezes por semana é considerado um sinal de alerta e deve ser evitado. E como o psiquiatra disse na reportagem encarar o problema de frente com uma conversa franca com o adolescente - e se possível ajudar o adolescente a ter autoestima, com afeto e confiança.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Histórico familiar de alcoolismo pode afetar cérebro de adolescentes

jovens podem ser mais propensos a escolhas erradas

A adolescência é uma fase complexa e os maus exemplos podem comprometer o comportamento dos jovens. Mas e quando o problema começa em casa? Pesquisadores do Oregon Health and Science University, nos Estados Unidos, observaram a existência de atividades cerebrais atípicas entre adolescentes com histórico familiar de alcoolismo.

O estudo analisou 31 jovens com idades entre 13 e 15 anos, sendo que 18 deles possuíam parentes vítimas do alcoolismo. Entre os adolescentes voluntários, não havia casos de problemas com álcool no início da pesquisa.

Jovens com histórico familiar de alcoolismo podem fazer escolhas piores
Através de imagens por ressonância magnética, os cientistas americanos estudaram a resposta dos adolescentes para tomar decisões rápidas, simulando situações com altas quantias de dinheiro envolvidas, em um jogo conhecido como roda da fortuna. A análise dos dados mostrou alterações no córtex pré-frontal e cerebelo, áreas relacionadas à tomada de decisões, entre os jovens que possuíam histórico familiar de alcoolismo.

Os cientistas acreditam que a alteração nessas áreas do cérebro possa levar a problemas de atenção e memória, afetando o comportamento dos jovens. Os adolescentes com histórico familiar de alcoolismo seriam mais vulneráveis e propensos a fazer escolhas piores, relacionadas ou não com a bebida. O estudo poderá ser usado como base para programas de prevenção ao alcoolismo.   

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cada vez mais, jovens abusam do álcool e comem pouco

Distúrbio, que combina transtorno alimentar com consumo excessivo de álcool, é conhecido como ‘drunkorexia’ e pode trazer consequências graves


A combinação entre o consumo abusivo de álcool com pouco ou nenhum alimento no estômago pode trazer graves consequências à saúde dos jovens – uma faixa etária em que esse tipo de comportamento é mais comum. É o que conclui um estudo realizado pela Universidade do Missouri, nos Estados Unidos. Apelidado de ‘drunkorexia’, o distúrbio ocorre em pessoas com transtorno alimentar, como anorexia e bulimia, e que abusam de bebida alcoólica.
A pesquisadora Victoria Osborne examinou pacientes que tinham restrição calórica e hábitos purgativos, como o uso de laxantes ou a provocação de vômito, e que costumavam beber muito. Segundo o estudo, 16% dos que foram pesquisados disseram diminuir o consumo calórico para poder beber “sem culpa”. Entre os entrevistados, o número de mulheres que admitiu o comportamento era três vezes maior que o total de homens.
De acordo com Osborne, entre as principais motivações para a ‘drunkorexia’ estão a prevenção do ganho de peso, a busca por embriagar-se mais rapidamente e a economia do dinheiro gasto em comida com o objetivo de comprar bebida alcoólica. A pesquisadora explica que o distúrbio pode trazer consequências cognitivas, físicas e comportamentais muito graves. Além disso, aumenta o risco de desenvolver distúrbios alimentares ou alcoolismo. “Essa combinação traz riscos a curto e a longo prazo, incluindo problemas de concentração, impacto na educação e dificuldade para a tomar de decisões”, diz.
Pessoas que combinam distúrbios alimentares com abuso de álcool são mais propensas a comportamentos de risco, envolvendo sexo sem proteção, violência, abuso de drogas, além do desenvolvimento de doenças crônicas. As mulheres têm mais riscos de ter problemas de saúde relacionados ao consumo excessivo de álcool – elas podem desenvolver doenças mais rapidamente e sofrer danos aos órgãos vitais mais cedo que os homens.
"É importante que os jovens compreendam os riscos desse comportamento," afirma Osborne. "Ensinamos aos estudantes universitários sobre os perigos do consumo excessivo de álcool, mas a maioria deles não considera as consequências que podem ocorrer no futuro", explica. 

O estudo foi apresentado para a Associação Americana de Psicopatologia e para a Soceidade de Pesquisa sobre o Alcoolismo.
Fonte:http://veja.abril.com.br/
Lucas Vianna

sábado, 15 de outubro de 2011

Adolescentes que bebem grandes quantidades de álcool de uma só vez podem danificar a parte do cérebro



Os cérebros de jovens mulheres são mais vulneráveis aos danos causados pelo álcool porque se desenvolvem mais cedo que os dos homens.

Testes

Por isso, segundo a pesquisa publicada em Alcoholism: Clinical and Experimental Research, aquelas que bebem demais em um curto espaço de tempo podem acabar tendo problemas ao dirigir, jogar esportes com movimentos complexos, usar mapas e ao tentar lembrar o caminho para os lugares.

Os pesquisadores de diversas universidades dos Estados Unidos fizeram testes neuropsicológicos e de memória espacial com 95 adolescentes entre 16 e 19 anos de idade.

Entre eles, 40 (27 do sexo masculino e 13 do sexo feminino) bebiam muito de uma só vez (Mais de 1,5 litro de cerveja ou quatro taças de vinho para mulheres ou mais de 2 litros de cerveja ou uma garrafa de vinho para os homens).

Os mesmo testes foram repetidos com 31 rapazes e 24 moças que não bebiam em grandes quantidades e os resultados foram então comparados.

Tecnologia

Usando aparelhos de ressonância magnética, os pesquisadores descobriram que as adolescentes que bebiam muito tinham menos atividade em várias áreas do cérebro que as que não bebiam, durante o mesmo teste de percepção espacial.

Segundo Susan Tapert, professora de psiquiatria na Universidade da Califórnia e autora do estudo, estas diferenças na atividade cerebral podem afetar negativamente outras funções, como concentração e o tipo de memória usado na hora de fazer cálculos, o que também seria fundamental para o pensamento lógico e capacidade de raciocínio.


Já os jovens rapazes não teriam sido afetados da mesma forma, de acordo com Tapert.

"Os adolescentes que bebiam demais mostraram alguma anormalidade, mas menos, na comparação com os rapazes que não bebiam. Isso indica que as jovens do sexo feminino são particularmente vulneráveis aos efeitos negativos do excesso de álcool."

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Facebook ajuda a flagrar jovens que consomem álcool em excesso

Pesquisadores afirmam que sugestões verbais e visuais em páginas de estudantes no Facebook podem destacar o consumo de álcool e apontar quem está em risco. "Nosso trabalho é fazer a distinção entre beber em um ambiente relativamente seguro, quando não é realmente um problema, e o consumo de bebida alcoólica em ocasiões que poderiam levar a resultados negativos", explicou a principal autora do estudo Megan A. Moreno, professora assistente de pediatria da Universidade de Wisconsin, em Madison.

"Nós levamos em consideração algumas pistas - que são palavras-chave ou indícios que já são usados em questionários padrão de triagem de risco de abuso de álcool, conhecido como AUDIT, em estudos clínicos - e aplicamos isso aos perfis públicos no Facebook", afirmou Moreno. "Descobrimos que os alunos cujos perfis no site de relacionamento social continham essas referências que indicam problemas com álcool em fotos e em comentários são quatro vezes mais propensos a ter problemas com bebidas do que aqueles cujos perfis não continham tais indicativos."

Até 21 anos
De acordo com os autores do estudo, o abuso de álcool é um grande problema em todos os alojamentos universitários dos Estados Unidos. Mais de 1.700 estudantes universitários morrem a cada ano em incidentes relacionados ao álcool, enquanto cerca de metade dos estudantes que bebem dizem que já experimentaram algum tipo de efeito nocivo do álcool. Estudantes de até 21 anos, em particular, enfrentam um risco maior de sofrer ferimentos provenientes de experiências que envolvam bebidas alcoólicas.

No entanto, é difícil identificar os alunos em maior risco, disseram os pesquisadores. Isso porque apenas 12% dos estudantes universitários americanos participam de esforços para identificar o uso excessivo de álcool através do questionário padrão AUDIT (Alcohol Use Disorders Identification Test).

Por outro lado, de 94% a 98% dos jovens universitários têm algum tipo de perfil em sites de relacionamento e a grande maioria se conecta diariamente. Diante deste cenário, a equipe de Moreno se perguntou se poderia tirar proveito das redes sociais para localizar jovens em risco
Entre 2009 e 2010 os pesquisadores analisaram perfis na rede social mais popular entre estudantes universitários: o Facebook. Eles primeiro revisaram e "codificaram" perfis de 307 alunos com idades entre 18 e 20.

A maioria dos perfis - quase dois terços - não demonstrava ter referências a bebidas alcoólicas. Cerca de 20% traziam referências, mas os indicadores foram considerados inofensivos. Pouco mais de 16% dos perfis continham referências a embriaguez ou outros indicadores de que a pessoa poderia estar caminhando em direção a problemas com bebidas. Todos os 307 alunos foram eventualmente contatados e 224 deles, posteriormente, preencheram um questionário de triagem padrão AUDIT.

O resultado: pouco mais de 58% dos jovens universitários cujos perfis levantaram preocupações com consumo de bebidas alcoólicas estavam, de fato, suscetíveis a terem grandes problemas com álcool, como foi confirmado pela ferramenta de auditoria.

Além disso, em quase 38% daqueles jovens cujos perfis se pensava conter referências "inofensivas" de consumo de bebidas alcoólicas também foram considerados em risco. O mesmo era verdade para quase 23% daqueles que não tinham referências a álcool em qualquer postagem no Facebook.

"Então, claramente, apenas porque não havia indícios no Facebook não quer dizer que o aluno não estava bebendo", reconheceu Moreno.

Fonte:www.midianews.com.br
Postado por Lucas Vianna

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A apresentação final

Muito boa noite

Depois de todos esses meses de trabalho (trabalho mesmo, algumas semanas), finalmente concluímos o nosso trabalho e vamos encerrá-lo com a apresentação final que foi realizada no dia 04 de outubro de 2011.

A nossa presentação, que abordou todos os quesitos pesquisados do nosso questionário, bem como comparando os resultados como um espelho da nossa sociedade moderna. Espero que gostem da apresentação, que tem uma duração de 20 minutos e 50 segundos, com a participação especial da Claudette, que comentou o tema com relação ao evento realizado no próprio CTI no dia seguinte.

http://www.youtube.com/watch?v=1HDhYd8iJbI&feature=mfu_in_order&list=UL


Vídeo da apresentação:



post por Bruno Hirata

sábado, 1 de outubro de 2011

Estímulo ilegal




“O problema é justamente este: adultos que estimulam jovens a consumir álcool”, destaca o presidente do Conselho Municipal da Juventude de Santos, Wellington Araújo.Assim que for posta em prática, a nova legislação irá mudar esse ponto.“Leis como esta exigem mudanças culturais. No começo, haverá resistências, mas, aos poucos, o hábito será construído e repassado às demais gerações”, diz Araújo.Conforme o texto aprovado na Assembleia, o comerciante será obrigado a pedir o documento de identificação para vender o produto ou permitir que seja consumido no local. Se o menor for pego ingerindo álcool no estabelecimento, mesmo que a bebida não tenha sido comprada naquele comércio, o proprietário também será responsabilizado.

Fiscalização

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, a fiscalização das regras caberá à Vigilância Sanitária e a agentes do Procon. Além de avisos fixados em lugares visíveis, o texto estipula que os funcionários informem as restrições ao   consumidor. Estabelecimentos que operam com autosserviço  terão de expor as bebidas alcoólicas em espaço separado dos demais produtos, com a devida sinalização sobre a lei.Os estabelecimentos deverão recusar a venda a clientes que não aceitarem apresentar identificação.



 Fonte:A Tribuna.com.br

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Alcoolismo na adolescência começa em casa


Problema doméstico
Uma pesquisa realizada pelo Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), órgão ligado à Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, apontou que metade dos adolescentes que faz uso abusivo de bebidas alcoólicas tem pai ou mãe que também ingere álcool com frequência.
Segundo a secretaria, o levantamento teve como base os atendimentos realizados no Centro de Referência entre 2002 e 2009, na capital paulista, com pacientes que apresentaram sintomas preocupantes quanto ao uso de bebida alcoólica.

Vício lento
"O alcoolismo é uma doença que demora a ser diagnosticada, não é um vício que se consolida rapidamente. Mas o fato de esses jovens começarem a beber tão precocemente é de grande preocupação, já que com o passar dos anos esse hábito pode se transformar em vício e o tempo de uso em idade ocasionará sérios danos para a saúde dos usuários", disse o psicólogo Wagner Abril Souto, autor da pesquisa e coordenador do programa de adolescentes do Cratod.

sábado, 10 de setembro de 2011

Consequências do alcoolismo

                

                             
              
A cirrose hepática é uma das doenças mais comuns provocadas pelo alcoolismo. A bebida é metabolizada através do fígado e quando se usa álcool em grandes quantidades e por longo período, podem surgir alterações no órgão. O álcool provoca infiltração de gorduras no fígado, pode gerar a hepatite alcoólica e, mais grave, a cirrose hepática. A cirrose se caracteriza pelo endurecimento do fígado, provoca ascite (barriga d'água) e formação de varizes no esôfago. Além do fígado, outras partes do organismo podem ser afetadas pela bebida. No cérebro, a intoxicação aguda - mesmo em não alcoólatras - pode provocar acidentes, agressões e suicídio. O álcool interfere no funcionamento do aparelho digestivo, desenvolve irritações na boca e esôfago, além de provocar distúrbios gástricos que acabam agravando doenças já existentes, como a úlcera. O intestino também pode sofrer com diarréias e dificuldade de absorção de alimentos, provocando a desnutrição. O uso constante de bebida também agrava diversas outras doenças infecciosas, como tuberculose e pneumonia.

domingo, 4 de setembro de 2011

Apurando os Resultados (prévia)

Com a pesquisa pronta em mãos, a mesma foi idealizada e apresentada pelo grupo, em um arquivo de power point com gráficos e imagens.
Caso queira assistir a prévia, segue o link no youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=CM3E-Xuwlvc&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=7EXLFsXa3Yg&feature=feedlik

Assistam, gostem (ou não) e comentem! Mais em breve

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O adolescente fraco (sensível) e o forte (tolerante) para o beber

     
      Embora existam hoje um sistema de proteção para que menores não consigam bebidas alcoólicas, é cada vez mais frequente o uso dessas por adolescentes, e são estes os mais afetados pela bebida, sejam os mais "fortes" ou os mais "fracos".
      O adolescente "fraco" é aquele que com uma ou duas doses de bebida alcoólica já se sente alterado e,ao mesmo tempo, pode passar mal com isso. No dia seguinte ele sente outros sintomas como: dor de cabeça, mal estar, dores abdominais e indisposição; a famosa "ressaca".
      O adolescente "forte" é aquele que suporta doses mais altas de bebidas sem sofrer muita alteração e, com o passar do tempo, consegue fazer tarefas que faria normalmente mesmo sob o efeito do álcool, e esse geralmente o mais enaltecido pelos amigos, por ser aquele que "aguenta beber".
      Porém, o mais recomendado ao adolescente (sendo ele forte ou fraco) é que não crie esse hábito, pois ele pode acarretar problemas sérios de saúde ao envelhecer o organismo.
                
                                                                                                                  
                                                                     postagem por: Vitor C. Costanzo.    

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Algumas práticas esportivas na juventude previnem o alcoolismo

   Um estudo norueguês, divulgado pela organização não-governamental CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, aponta que a participação de jovens em atividades esportivas pode atuar na prevenção do consumo nocivo de bebidas alcoólicas na vida adulta. A pesquisa foi realizada com mais de três mil estudantes noruegueses com idades entre 13 e 19 anos, avaliados e acompanhados até chegarem à idade adulta.
   Durante o estudo, foi avaliado como o uso de álcool variava conforme o tipo de esporte praticado (coletivo ou individual), habilidades necessárias à sua execução (resistência, força ou técnica) e nível de competição.
   No início do estudo, 50,7% dos jovens estavam envolvidos com prática esportiva. Aqueles que não participavam de atividades esportivas apresentaram maior frequência de episódios de embriaguez, relação que se inverteu nos últimos dois períodos de avaliação.
    Embora os resultados comprovem que a prática de atividade física, quando se torna um hábito desde cedo, seria capaz de afastar costumes nocivos ao organismo, como o consumo de álcool, por exemplo, os pesquisadores ressaltam que alguns fatores podem influenciar esta relação, como a rede social do adolescente, a segregação por idade e o tipo de esporte praticado.
   Desta forma, os autores ressaltam que, antes de generalizar a influência positiva da prática esportiva na prevenção do consumo de álcool, é necessário considerar as características individuais do sujeito e do tipo de esporte praticado.
   Assim dependendo do caso, as atividades físicas e a prática de esportes podem ser bons auxiliares na prevenção e na resolução de problemas relacionados ao alcoolismo, mas a regra não se aplica a qualquer esporte. Como exemplo disso, o estudo indicou que aqueles que praticavam esportes como natação ou corrida, envolveram-se menos com bebidas alcoólicas quando comparados com praticantes de esportes de força e que exigem técnica, como musculação, boxe, ginástica ou artes marciais.
    Uma das explicações para essa constatação é o fato de que as consequências do consumo de álcool interferem diretamente na capacidade física dos praticantes de esportes de resistência.
    Mesmo que nem todos os esportes possam influenciar de modo decisivo na prevenção do alcoolismo, é importante não descartar o valor do esporte desde os primeiros anos de vida entre todos os setores da sociedade. Isso porque a prática de atividades físicas ou iniciação esportiva quando começam na infância ou adolescência se tornam um hábito saudável, que, invariavelmente, se reflete em ações que trazem importantes benefícios à saúde ao longo da vida.

domingo, 14 de agosto de 2011

Influência



Moda, influência dos amigos, fuga dos problemas e até mesmo por influência da família. Muitos são os motivos que podem levar um jovem a desenvolver o gosto e o hábito de beber. Para a psicóloga Vanessa Muller, os jovens procuram por bebidas alcoólicas devido à pressão do grupo de amigos, desentendimento com os pais e mudanças provenientes da própria fase da adolescência. 

Os jovens costumam desenvolver o vício porque encontram dentro da própria família pessoas alcoólatras, que acabam servindo de exemplo para eles. Márcio explica que o alcoolismo é uma doença biopsicossocial, ou seja, possui fatores genéticos, psicológicos e sociais e as chances do filho desenvolver o alcoolismo tendo um pai alcoolista é maior do que o filho que tem um pai que possui aversão ao álcool. “Isso se deve por questões genéticas ou por comportamento aprendido. Quando não genético, é comportamental, ou seja, o filho desde pequeno viu seu pai chegar bêbado em casa, presenciou brigas com sua mãe, apanhava do pai alcoolizado. Por observação, o jovem acredita que o modelo de homem e de pai é esse, de um homem violento, que bebe em excesso. O filho não possui outra referência de homem e acaba se espelhando nesse tipo de comportamento inadequado e patológico”.

sábado, 6 de agosto de 2011

Alcoolismo e os Jovens

O uso de álcool entre adolescentes é naturalmente um tema controverso no meio social e acadêmico brasileiro.

Ao mesmo tempo em que a lei brasileira define como proibida a venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos (Lei nº 9.294, de 15 de julho de 1996), é prática comum o consumo de álcool pelos jovens – seja no ambiente domiciliar, seja em festividades, ou mesmo em ambientes públicos.

A sociedade como um todo adota atitudes paradoxais frente ao tema: por um lado condena o abuso de álcool pelos jovens, mas é tipicamente permissiva ao estímulo do consumo por meio da propaganda.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Uso Precoce do álcool

     
Cada vez mais recorrente na adolescência, o uso do álcool preocupa por suas conseqüências físicas, mentais e sociais. Em novembro de 2006, foram divulgados os resultados os resultados do segundo levantamento sobre o uso de drogas psicotrópicas no Brasil, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid).
O Levantamento revela um aumento dos dependentes de álcool no País, de 11,2%, em 2001, para 12,3%, em 2006. Foram focalizadas 107 cidades com mais de 200 mil habitantes e ouvidas 8,5 mil pessoas entre12 e 65 anos. A pesquisa destaca que é particularmente preocupante o uso precoce do álcool, uma vez que quanto mais cedo se inicia o consumo, tanto maior é o risco de tornar-se dependente.

Ainda segundo o Cebrid, é importante notar que 48,3% dos adolescentes na faixa etária dos 12 aos 17 anos já beberam alguma vez na vida (52,2% rapazes; 44,7% moças). Desses, 14,8% bebem regularmente e 6,7% são dependentes.O adolescente que tem a bebida como a sua principal falta de limites geralmente procura um suporte para entender uma realidade interna desconhecida.

quarta-feira, 20 de julho de 2011




Para o diagnóstico, é preciso, em primeiro lugar, uma observação honesta dos pais ou responsáveis pelo adolescente, que devem reconhecer seus limites quando não conseguem mais lidar com o problema. O trajeto de cura passa por um trabalho multidisciplinar envolvendo profissionais da área de saúde. O médico, geralmente um psiquiatra ou mesmo um clinico geral, será o responsável pelo processo de desintoxicação e, se necessário, fará uso de medicamentos.
O psicólogo trabalhará em conjunto com esse médico e cuidará das questões emocionais. O apoio de grupos terapêuticos como Alcoólicos Anônimos (A.A) é uma alternativa que auxilia, à medida que fez o adolescente perceber que não está sozinho. “Nesses grupos, há um compartilhamento de angústias, medos, conquistas, curas. Após algum tempo na terapia, os adolescentes aceitam participar das reuniões, mas é muito importante que toda a família se envolva”, garante a psicoterapeuta Berenice Carpediane.
Para ele, é necessário não generalizar na afirmação de que o álcool é a porta de entrada para todas as outras drogas. De acordo com Berenice, alguns alcoólatras nunca experimentarão outro tipo de droga. A personalidade de quem escolhe o álcool ou outra droga é muito particular.
É importante ressaltar, também, que nem todo adolescente que tem contato com o álcool desenvolverá a dependência. Ainda segundo Berenice, “voltamos ao ponto do estabelecimento de limites: passar pelo bar durante a adolescência, em algumas ocasiões, é normal. O que não é normal é ficar no bar por muito tempo e deixar os compromissos de lado”.
Em qualquer situação deve-se agir com cautela, respeito e observação por parte dos pais ou responsáveis pelo adolescente, pois “é na família que todas as experiências têm seu inicio; são os pais os primeiros a nos mostrar o mundo” afirma Berenice.

                               
                                                                 Postado por Gustavo Benso.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Alcoolismo na Adolescência causa Osteoporose ?


Segundo o líder da pesquisa, danos ósseos na idade adulta podem estar relacionados ao estilo de vida dos jovens


O consumo de bebidas alcoólicas na adolescência podem aumentar os riscos de desenvolver osteoporose, é o que aponta um pesquisa realizada pela Loyola University Health System, em Chicago.
No estudo, publicado na revista Alcohol and Alcoholism, os pesquisadores encontraram interrupções de longa duração em genes envolvidos na formação óssea de ratos. Segundo o líder da pesquisa, John Callaci, danos ósseos na idade adulta podem estar relacionados ao estilo de vida dos jovens.
O pesquisador ressalta que os resultados encontrados nos modelos animais podem não ter a mesma resposta em humanos. "Mas certamente os resultados sugerem que este pode ser um problema com os seres humanos".
A massa óssea é perdida ao longo da vida, como parte do processo de envelhecimento. A partir disso, tudo o que inibe o acúmulo de massa óssea durante a adolescência e a vida adulta pode contribuir para uma maior risco de ter osteoporose e fraturas numa fase mais adiantada da vida.
O consumo de álcool pelos jovens começa, em geral, em torno dos 13 anos e tem seu pico entre os 18 e os 22 anos. Em um estudo realizado em 2008, Callaci e seus colegas descobriram que os ratos adolescentes expostos a grandes quantidades álcool tinham um desgaste ósseo de cerca de 15%, quando comparados aos ratos do grupo controle, que consumiram uma solução salina.
O novo estudo analisou os efeitos do consumo de álcool nos genes. Os ratos receberam injeções de álcool, resultando numa taxa de alcoolemia de 0,28. os animais foram então expostos à embriaguez aguda por três dias consecutivos e à embriaguez crônica, por quatro semanas. Depois foram comparados aos ratos do grupo controle.
As descobertas podem ajudar no desenvolvimento de novas drogas para minimizar a perda óssea, tanto entre os consumidores excessivos de álcool, quanto entre as pessoas com outros fatores de risco para osteoporose. "Se entendermos o mecanismo de perda óssea, seremos capazes de descobrir como corrigi-lo", disse Callaci.

                                                                              Postado por Vitor Shigueo, n°35

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Adolescência - Desejos e Descobertas



Definitivamente, a adolescência é a fase mais frágil da vida do ser humano, onde a personalidade, os trejeitos, as opiniões, os modos, os costumes serão formados e definirão a pessoa que será inclusa na sociedade, e consequentemente sua aceitação ou não pela mesma. É muito comum nessa fase da vida o jovem ser apresentado ao álcool por amigos e afins, e enxergar no mesmo um modo de ser mais desinibido, aumentar seu ciclo de amizades, paquerar  e até mesmo se libertar de problemas oriundos de seu âmbito familiar.


Os desafios e desejos da adolescência as vezes podem soar alto, e essa sede de conquistas que habitam ao coração dos jovens podem leva-los a caminhos obscuros, às vezes perigosos, e o álcool como um deles, pode disseminar-se e tornar a vida de um jovem desastrosa . O álcool em excesso faz mal, e pode levar a consequencias trágicas para uma fase da vida onde o contato com o mesmo não deve ser como esta sendo feito por alguns desses jovens, como mostram os questionários feitos em escolas e bairros nobres de Bauru, que serão postados e avaliados aqui, em muito breve.


postagem por Bruno Hirata e Gustavo Benso